22 de nov de 2013

Entre enfrentar o medo e desistir





Biologicamente, o medo é uma defesa contra ameaças externas. Uma forma de nos fazer reagir e nos proteger de algum perigo. Em tese, ele existe para beneficiar. 

Socialmente, o medo faz o quê? Aquele medo não de algo concreto, mas de subjetividades criadas no nosso imaginário?
Esse, torna-nos presos em jaulas invisíveis. 




Para alguns, são tão familiares que a sua ausência é mais incômoda do que sua presença. Para outros, são um lembrete de quais limites os prendem e podem ser superados. A verdade é que, diante do medo "social", ficamos em situação muito parecida com aquela que descreveu Platão no "Mito da Caverna". Presos e impedidos de olhar o que existe fora da caverna, vislumbramos as sombras apenas. Julgamos conhecer o que está fora pelos contornos do que vemos projetados na parede. Mas, aqueles que conseguem libertar-se e saem da caverna, descobrem que existe muito mais a ser visto e vivido. Talvez ele não volte para contar aos seus companheiros. Ou talvez, volte, e ninguém acredite no que ele diz. De uma forma ou de outra, foi preciso superar o medo para ter acesso ao mundo que estava do lado de fora. 



Mas nem sempre queremos enfrentar esses medos. Pode ser que nem reconheçamos sua existência. Afinal, existem muitas formas de maquiar o medo que sentimos. Muitos discursos de auto convencimento. Arrogâncias repetidas. Vaidade disfarçada. Fugas paralelas. Mundos imaginários. 

Estamos todos sujeitos a alguma dessas opções, dentre as que prejudicam outros, e as que prejudicam somente a nós mesmos. Dessas últimas, a pior delas é a ideia de fugir pela tangente. Buscar soluções alternativas ou caminhos menos dolorosos com medo de enfrentar o real desejo que sentimos. Ou nem desejo, talvez necessidade, sentimento puro. A ideia de que mudar de foco ajuda a esquecer o objetivo. O medo sendo tão grande que, diante de uma subida que pode significar chegar no topo, e uma queda, prefere-se cair, apenas por ser um território mais conhecido. 

Talvez nunca entendamos o porquê de a humanidade ser tão frágil, a ponto de nos deixar imaginar (des)caminhos paralelos, somente por covardia. Talvez seja inevitável. Mas a inevitabilidade de pender para o conforto não precisa significar a obrigatoriedade de trilhar esses passos. 

Desafiar os próprios limites requer esforço, e coragem. 

Coragem de continuar mesmo sabendo que a cada passo, o medo aumenta, a respiração fica mais ofegante, e a vontade de correr é quase incontrolável. 

Talvez seja esse o preço pago pelos que alcançam as conquistas que desejaram: equilibrar-se entre a escolha de prosseguir e o ímpeto de desistir.  



23 de out de 2013

E se: a geração Y parou de fazer perguntas?



Imagine viver 24 horas observando as situações e se perguntando o porquê de elas acontecerem. Essa é a minha realidade. Por mais que eu não encontre respostas sempre, pelo caminho acabo me deparando com algumas possibilidades.

A minha questão de hoje surgiu quando, sentada ao fundo da sala de aula do meu curso, administração, o professor perguntou a alguns alunos qual era o perfil deles: se eles se consideravam conservadores ou inovadores. Apesar de estar escrevendo no computador, eu estava atenta às respostas, e curiosa. Dentre todos os lugares e cursos, o de administração é onde se espera que haja maior número de espíritos inovadores, certo?


Imagem de: http://racionalizandoideias.blogspot.com.br/2011/05/o-professor-e-o-curriculo.html

Errado. Pelo menos na minha sala, eu fui a única entre os questionados a responder “perfil inovador”. O professor continuou a aula, mas eu desviei minha atenção pro que, pessoalmente, considerei uma constatação bem preocupante.
Explico:
1.       Quem vai estudar administração, sabe que a atividade principal da área é tomar decisões, certo? Hoje mesmo outro professor reforçou isso. E apesar de tomar decisões todos os dias, e ser uma atividade comum em outras áreas, na administração, essa é a atividade principal. Os administradores buscam respostas e soluções.
2.       Em qualquer curso universitário composto majoritariamente por jovens – a geração Y, em pleno século XXI, a opção “perfil conservador” não é a resposta mais esperada.
3.       No mundo em que vivemos, globalizado, fronteiras relativizadas, soberanias contestadas, competição acirrada, capitalismo avançado, fluidez social.. inovar pode ser interpretado como “moda”, “necessidade” ou “obrigação”.
4.       Ou pelo menos, esses argumentos fazem parte da lista de justificativas dos que preferem uma vida em terreno conhecido e sem muitas aventuras ou riscos (profissionais, de início, mas que se refletem na vida pessoal com bastante frequência).
5.       É aqui que entra a minha preocupação: se os jovens U – leia-se união, símbolo matemático mesmo - futuros administradores estão seguindo o caminho do conservadorismo, a quem cabe os questionamentos? Se os futuros gestores – no sentido amplo, em qualquer setor ou atividade -, que deveriam estar cientes das transformações sociais, históricas, econômicas e políticas das últimas décadas, se dizem conservadores, de onde virão as novas ideias?
6.       Vejo muitos jovens reclamarem de muitas coisas, mas vejo poucos querendo tomar para si um pedaço da responsabilidade em resolver os problemas que os incomodam. De uns tempos pra cá, tenho convivido com tantos inquietos como eu, que esqueci dessa realidade. Hoje eu acordei.
7.       Apesar de não existir apenas uma resposta para nenhuma pergunta, e eu ser apenas uma jovem querendo incomodar, eu sei que muitos desses jovens não estão nessa posição por vontade própria. Assim como outros estão conscientemente. Não há regra.
8.       Eu não pretendo responder nenhuma dessas perguntas, apenas deixar a reflexão para professores, amigos, estudantes, e todos que se interessarem.
9.       Inovar não tem nada a ver com moda. Inovar tem a ver com buscar ativamente respostas para as próprias perguntas, e descobrir que muitas delas permanecem apenas perguntas. E então, inovar significa não se contentar com a ausência de resposta, e sim encontrar formas de criar a sua. Que talvez sejam as mesmas de outras pessoas. Inovar tem a ver com deixar de se incomodar ou de empurrar com a barriga para empreender a própria vida e não deixar nas mãos do destino.
Imagem de: www.carreiradeti.com.br


10.   O fato de que, em uma sala onde a maioria deveria pensar dessa forma, poucos pensam – apesar de ser uma pequena amostra, pode ser visto como um sinal de alerta. Afinal, repetindo em outras palavras o que disse o professor de Processo Decisório na outra aula que tive hoje, uma resposta bem elaborada para a pergunta errada é a mesma coisa que uma resposta errada pra pergunta certa. A resposta errada todo mundo sabe. Da mesma forma, sem as respostas certas, não existem soluções. 

Você já pensou nisso?


(Postado originalmente na minha página pessoal do Facebook, levemente adaptado para o blog)

Em breve disponível no Portal: www.papodeuniversitario.com.br, onde a autora irá escrever, entre outros temas, sobre política.

7 de out de 2013

Equilibrista: você também é, mesmo que não saiba



Quando a gente olha a vida das pessoas de fora, a gente acha que tudo caminha sempre bem. Aquele ditado sobre a grama do vizinho ser sempre mais verde. Pensamos que eles cumprem sempre prazos, são 24 horas e nos 7 dias da semana inteligentes, carinhosos, simpáticos, como naquela fração de tempo em que convivemos com eles e tivemos essa impressão. Um recorte de convivência que nos faz acreditar que a versão estendida da vida daquela pessoa é uma réplica fiel do spoiler a que tivemos acesso.


E por isso, existem aqueles que pensam: como fulano consegue conciliar tantas tarefas, ser tanta coisa e fazer com que tudo se encaixe?

"E eu, vivo aqui me equilibrando numa corda bamba, na maior parte do tempo sem muito sucesso, levando algumas quedas e precisando recomeçar?"


Na verdade, ninguém consegue dividir sua vida em faces equiláteras. 
Existem aqueles que, com cursos de gerenciamento de tempo e disciplina, aproximam-se desse patamar. Mas, mesmo eles, são suscetíveis a uma variável independente que interfere e relativiza tempo, disposição e espaço: as emoções. 
A nossa humanidade, nossos sentimentos, aquilo que compreende a impressão pessoal de cada um, é também um lembrete perpétuo de que não existe equilíbrio perfeito na prática. Meu terapeuta me disse isso uma vez, e por mais que tenha me doído um pouco escutar, eu comecei a reparar nas pessoas, em suas vidas, e na minha própria vida, para confirmar a validade da afirmação dele. 


Existem fases, momentos, e desequilíbrios. Estamos indo bem, acordando cedo, fazendo tudo como planejamos, quando, de repente, algo acontece. Uma viagem, uma oportunidade que muda tudo, uma fragilidade de saúde, um amor, uma perda, uma saudade. Seja qual for a causa, a consequência é que novamente voltamos à estaca zero, e as coisas desandam. Nossos tempos se ressignificam, nossas vontades se redirecionam, nossos desejos se reformam. E de repente, aquela preguiça que achávamos ter nos abandonado, volta no mesmo ócio procrastinador de outros tempos, para contestar nossa comodidade e ousadia de achar que podemos mesmo ter controle da vida o tempo todo. 


E então, estamos diante de outra chance de reconstruir: abandonar um hábito que nos incomodava, adotar um novo que sempre desejamos ter. De um lado ou de outro, a realidade não vai se desenhar sozinha. E, acredite, é um desenho trabalhoso e que demanda dedicação.


Digo isso para demonstrar que aquelas frases prontas carregam verdades tão profundas quanto simples: o começo depende da vontade, enquanto a continuação depende da falta de vontade sendo contestada continuamente. Porque, acredite, a indisposição vai aparecer. 


O que deve ser maior é a sua lembrança da sua vontade, que supera essa centelha de obstáculo interno ou qualquer outro que venha a aparecer. Quando um amigo me disse, no começo de um dos meus projetos, quando eu estava bem empolgada, a frase: “Guarde esse sentimento, e lembre dele”, eu pensei: “Claro que vou guardar, o que ele está falando?!”. 
Um tempo depois, eu percebi: aquele sentimento é a lembrança que me faz continuar, toda vez que algum obstáculo bobo aparece, e minha reação imediata parece sofrer de amnésia. 



29 de jun de 2013

Eu sabia..

"Dos curtos amores, você me parecia o menos provável. Vivi outros que foram mais intensos, mais longos, mais mentirosos. Os romances passageiros têm dessas coisas: solidão, carência, empatia, atração, simpatia, conversa. A gente cai sem perceber, e quando vê, reúne forças pra levantar.




Quando eu lhe conheci, eu tinha caído, estava me levantando. Não lhe levei a sério, porque não teve entre a gente aquele quê de efemeridade usual: aconteceu, simplesmente. Um olhou, o outro olhou, e de repente, a gente dançava. Foi tão sutil, que ninguém caiu.


E você sempre teve algo que me incomodava e lhe trazia de volta à lembrança. Aos amigos, eu dizia: ele é diferente dos outros. Mas esse discurso bobo já era tão repetido que nenhum deles acreditava mais. “Você é muito romântica”, eles me diziam. Demorei a encontrar essa sua diferença, mas agora eu sei: é a leveza.





Leveza de despretensão, de naturalidade, de conversa sem propósito e se conhecer sem pressa. De respeito, maturidade, sinceridade, paz. Nunca esperei demais, nem você nunca me prometeu também. Mas hoje, eu digo: trocaria todas as falsas promessas do futuro por uma verdadeira vinda de você."


Beatrice Cartiller

19 de abr de 2013

Você vai ter que escolher..


Desde que mandei notícias pela última vez, algumas coisas aconteceram comigo. Mas o meu blog não foi feito pra ser um diário, e sim uma forma de compartilhar percepções minhas, decorrentes das experiências que vivo.
Hoje, vim falar daquele momento em que, diante de duas opções a seguir, você para e não sabe qual delas escolher. Dois caminhos distintos que parecem igualmente satisfatórios.

Então, você se depara com oportunidades pelas quais você esperava, e que você pensava que aconteceriam cada uma a seu momento. Mas elas não vieram devagar, vieram em avalanche. Por onde seguir? E, mais importante, como eliminar a dúvida depois de ter escolhido?

Para começar, percebi que querer e precisar são duas coisas diferentes. 
Querer envolve uma vontade, precisar, uma necessidade. 
E, algumas vezes por querer demais, perdemo-nos de encontrar aquilo de que realmente precisamos.


Particularmente, tenho alguns sonhos que me acompanham há um tempo. E, temo dizer, deixei a oportunidade passar em alguns deles. Isso significa que, por mais que ainda sejam sonhos e eu queira realizá-los, o timing talvez não encaixe. Calma, não estou dizendo que não realizei nenhum.


Quando a oportunidade bate na porta e viramos as costas, não adianta se arrepender. Você ainda pode tentar ficar esperando, mas, caso ela volte, vai escolher a hora em que você foi ao banheiro, ou dormir, ou vai chegar ao mesmo tempo em que a próxima oportunidade que você esperava.

E então, você vai ter que escolher.






Provavelmente, uma das oportunidades reflete o que um dia já foi uma necessidade sua, e outra satisfaz a necessidade presente. Existem tempos para as oportunidades. O que era bom pra você ontem, não necessariamente continua sendo a opção certa hoje. Nesse caso, fazer do futuro do pretérito, um pretérito imperfeito, pode ser teimosia









Ouvimos constantemente que temos que realizar nossos sonhos. 
Não nos dizem, contudo, que os sonhos mudam, e que não se pode ter tudo. 

Não estou dizendo que não se deve correr atrás de um sonho, ao contrário, digo que se deve correr atrás deles TODOS OS DIAS. Isso significa ter a coragem para assumir mudanças no meio do caminho, e paciência. Paciência porque, como uma conterrânea já dizia, o primeiro marshmallow nem sempre é o melhor.    


Não deveríamos tentar ordenar as oportunidades por preferência, porque tendemos a colocar em primeiro lugar o que mais queremos em curto prazo, deixando para depois o que queremos profundamente, mas demanda tempo. Ironicamente, achamos ter tempo..




7 de mar de 2013

Relacionamentos não são produtos na prateleira do supermercado




Estudando marketing na faculdade, cheguei a uma observação curiosa: nossa sociedade reage aos princípios de marketing não somente no momento de consumir, mas começa a enquadrá-los também em outros papeis sociais. Muita gente começou a acreditar que o dinheiro compra tudo. Uma empresa de cartão de crédito foi extremamente inteligente com sua campanha dizendo Existem coisas que o dinheiro não compra, para todas as outras existe Mastercard. Na contraparte, aqueles que contestam afirmando que as experiências que são for free são as que importam. Identifico entre esses argumentos dois extremos: consumo potencializado versus afastamento social em busca de experienciar atributos não monetários. 


Sem partir para a discussão a respeito da importância desta ou daquela experiência (dentre as quais, dura realidade, grande parte pode sim ser comprada), comecei a perceber a popularização da tendência de as pessoas enxergarem as outras como uma oferta de mercado.



Uma oferta de mercado, segundo o marketing, pode ser tanto um produto como um serviço, uma ideia, informação, ou uma experiência, contanto que se proponha a atender determinada demanda da sociedade. A demanda, por sua vez, constitui-se como a combinação de um desejo (a forma que as necessidades humanas mais variadas, como alimentação, pertencimento a um grupo, conhecimento, entre outras, adquirem) e o poder de compra, que possibilita que a oferta de mercado seja apropriada. Diante da oferta numerosa de produtos, em grande parte dos mercados, o marketing se propõe ainda a criar valor e satisfação para o cliente, não apenas para conquistar novos, como também para criar relacionamentos (lucrativos) de longo prazo com os antigos (relação de fidelidade entre eles, baseada em interesses mútuos de lucro X satisfação dos desejos). A base dessa criação de valor constitui posicionar sua oferta de modo que o cliente adquira a consciência das diferenças entre determinada proposta e as demais, o chamado posicionamento de marketing. Cria-se no consumidor uma expectativa a respeito daquele valor superior – ou seja, dizemos a ele o que esperar. O que finaliza o ciclo é entregar ao cliente a satisfação prometida.

 Não precisa ser expert pra saber que cliente satisfeito volta e cliente insatisfeito, não.

Estamos, também, assistindo ao apogeu do fenômeno da “sociedade do espetáculo”: tudo precisa ser escancarado, e quem/ o que chamar mais atenção, ganha. Quase uma questão de matar ou morrer, como metaforizou o filme Jogos Vorazes. E se pararmos para pensar, uma parcela importante dessa lógica se baseia na criação de expectativas: quero ser famoso, rico, desejado, invejado, amado, respeitado, odiado, admirado, romantizado, exemplo, quero ser.. quero..  quero.. Que o diga programas como o Ídolos, onde muitas pessoas vão, mesmo sabendo que não possuem nenhuma performance notável, para ter seus segundos  de fama na televisão



Esse concerto de estímulos crescentes ao consumo + palcos de (efêmeras) oportunidades tem contribuído para a constituição de uma sociedade PhD na criação de altas expectativas, com foco na impaciência. Do ponto de vista do consumidor, isso nos torna mais exigentes, o que acaba por impulsionar a busca, por parte da oferta, de melhores tecnologias, produtos, e mais e mais meios de diferenciação. Mas, do ponto de vista das relações sociais, considero estarmos diante da criação de um autêntico padrão: os consumidores sociais.



Pessoas que, quando conhecem alguém que lhes interessa, depositam nelas suas esperanças de felicidade assim como o fazem ao comprar uma roupa nova. Convictos, começam a pensar que, no conjunto de ofertas de mercado estão inclusas também as relações interpessoais: filmes/livros que falam sobre o assunto já viraram sucesso certo em Hollywood – especialmente para o público feminino, eu inclusa.


Ré confessa: eu também li.
E se pararmos para pensar, o que são esses comportamentos, a não ser uma tentativa de prever o comportamento humano, da mesma forma que prevemos atribuições de determinado produto? Um sintoma disso é a perda progressiva da naturalidade - que o digam os joguinhos sociais. Na verdade, estamos nos tornando acomodados: acostumando-nos a ter um desejo e satisfazê-lo com um clique do mouse, temos cada vez menos paciência para esperar. E assim sacrificamos relações e oportunidades, por querer que elas aconteçam ao nosso tempo e exatamente da forma que esperamos. Não fica difícil entender a insatisfação generalizada (e multidirecionada) na timeline do Facebook.


6 de fev de 2013

FELIZ 2013!!!


Meus caros!

Ainda não publiquei nada este ano, portanto, começo desejando FELIZ ANO NOVO!  
Ano da Serpente, e sob a regência de Saturno, muita coisa por acontecer. O verão foi maravilhoso, mas já estou começando a arregaçar as mangas para um ano que promete ser de muito trabalho e dedicação. 

Vim contar novidades..
Eu mencionei ano passado um projeto de livro, que de fato existe, mas não vai sair do computador por um tempo.

Por outro lado, outro livro, o meu primeiro a ser publicado, sim, sai este ano!!! (se Deus quiser e a faculdade amenizar).
E por essa razão, talvez eu apareça menos do que de costume (eu sei que já não era muito, mas agora por uma boa causa hahaha). 

Contudo, tenho algumas ideias para movimentar o blog neste tempo. A primeira delas deve ser lançada em breve, prometo. Enquanto isso, fiquem sabendo que não esqueci de vocês.

Beijos e bom restinho de verão/carnaval.
Cami. 



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